Em um ambiente de trabalho, a comunicação tóxica é caracterizada, em resumo, por abusos verbais, falta de respeito e ausência de empatia. Não se colocar no lugar do outro é perigoso, porque faz com que os colaboradores não se sintam valorizados, desenvolve um ambiente hostil e cria o sentimento de inferioridade. Na publicidade também é assim: a comunicação deve ser pensada para que o público-alvo se sinta abraçado e não atacado ou ofendido. Continue lendo este post para entender as diferenças entre a publicidade tóxica e a publicidade saudável.

O que é comunicação tóxica

De que maneira a comunicação na publicidade pode se tornar tóxica? São os estereótipos, a imposição de ideias (ou aquele forçar a barra para que alguém compre) e a falta de representatividade que dizem, mesmo que seja implicitamente. Com vídeos, imagens estáticas ou palavras, pode acontecer de uma campanha não só excluir determinado grupo, como também ofendê-lo. Pode ser que a publicidade tente enfiar uma ideia goela abaixo, sem se colocar no lugar do consumidor em potencial. 

Antes de pensar em falar para muitas pessoas, o time de criação deve pensar em cada indivíduo a quem aquele projeto se destina. A linguagem e as imagens devem ser inclusivas e responsáveis, de acordo com o público e o objetivo. 

O que é comunicação saudável

O conceito de empatia é a base para uma publicidade saudável. Olhar para o outro, entender suas necessidades, se colocar no lugar dele e elaborar uma campanha pensada para que seja, de fato, representativa para ele. Estimular o desejo de comprar um produto ou um serviço não tem a ver com imposição, mas com identificação. 

Por isso é importante definir bem a sua persona ou público-alvo (entenda mais sobre isso aqui [inserir link do post sobre as diferenças]). A partir do momento em que a audiência estiver bem definida, você vai conseguir entendê-la melhor e se comunicar com gentileza e afinidade. 

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